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Na hora de procurar um profissional de nutrição, qual eu devo buscar? Esportivo, clínico ou basear a dieta em meu conhecimento?

 

Durante a faculdade de nutrição, são oferecidas matérias básicas para o profissional que se formará em nutrição geral. Isso significa que ele passa basicamente por todas as áreas básicas que ele pode atuar após alcançar a graduação.

Qual escolher na hora de aderir a um profissional? Esporte, clínico ou ir na auto-confiança? Descubra neste artigo!

Porém, apesar de ter a possibilidade de trabalho em todas as áreas, é  importante lembrar que as especializações e especificidades profissionais são levadas em consideração para a área em que assim ele se direcionou.

Para nós que estamos dentro de uma academia, profissionais  da nutrição esportiva são uma grande pedida. Não que o nutricionista clínico não tenha capacidade de atuar nessa área, mas a competência de um nutricionista esportivo nesse aspecto é, sem dúvidas muito maior. Assim como, claro, o nutricionista esportivo não tem grandes graduações em áreas patológicas hospitalares, por exemplo.

Porém, um aspecto muito importante chamado auto-conhecimento deve sempre ser levado em consideração na medida em que para o culturista, a individualidade biológica e as respostas aos diversos estímulos físicos e alimentares fazem toda a diferença. Isso não exclui um profissional que sem dúvidas o ajudará a dominar ainda mais esse auto-conhecimento.

É importante em um começo de atividade que sejam aliados os profissionais adequados para aquela área e, a junção do trabalho mútuo entre profissionais e cliente. Sem a interação entre ambos é muito mais complicado atingir objetivos pois cada um tenderá a buscar um caminho diferente para o mesmo objetivo.

Pense nisso

Artigo escrito por Marcelo Sendon

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/nutricao-clinica-esportiva-ou-auto-conhecimento/

Dica rápida: Modere com os embutidos

Publicado: 1 de julho de 2011 em Nutrição

Entenda o que são os embutidos e por que deve ser consumido moderadamente

 

Quem é que nunca se deliciou com um delicioso pão com mortadela ou, simplesmente, para os mais “frescos” um pão com salame e queijo? Independente de qual seja a escolha, ambos tratam-se de embutidos. Aliás, isso envolve presunto, apresuntado, peito de peru e até mesmo os embutidos de frango.

Saiba um pouco mais sobre o mal dos embutidos.

É realmente um fato que muitos destes embutidos são relativamente gostosos e, alguns, produzidos da maneira mais saudável possível. E sim, você leu “da maneira mais saudável possível”. Isto quer dizer que eles ainda possuem certo teor de propriedades não muito convenientes e nós fisiculturistas.

E é ai que, muitas vezes, considero um grande erro ao ver a molecada consumindo isso em 3 ou 4 refeições diárias. E explicarei o porque nos parágrafos adiante.

Embutidos são recheios colocados dentro das tripas de alguns animais (geralmente do porco). Esses recheios são diversos e podem gerar desde lingüiças e salsichas, até peças mais nobres como o peito de peru e os embutidos de avestruz, frango e outros alimentos como azeitonas, passas etc
Mas tudo bem. Se, embutidos são apenas recheios com carnes de animais, qual o problema em consumi-los no lugar de frango, carne, peixes e outros derivados animais de alto valor biológico?

Primeiramente, a principal forma de conservação desse tipo de alimento, é o sódio. Muitos desses alimentos possuem teores brutalmente exagerados de sódio. E este, apesar de benéfico e essencial quando consumido em quantidades adequadas, pode gerar diversos problemas cardiovasculares, entre outros, quando consumido de maneira exagerada. Além disso, parte da qualidade muscular fica comprometida pela camada de água subcutânea que é formada.

Em segunda instância, temos o problema do tipo de carne que é utilizada. Geralmente carnes e pedaços não nobres que muitas vezes não passam de restos de outros pedaços recém limpos. Estes, são normalmente pedaços de gordura e banha.

Apesar de ser óbvio que uma dieta deve conter quantidades de lipídios ideais para o indivíduo, o excesso também pode ser prejudicial. Principalmente por estarmos falando de alimentos altamente calóricos e, que, facilmente ajudariam a estrapolar esses “níveis ideais” de consumo lipídico diário.

Em terceiro plano, temos os outros aditivos e misturas, como conservantes, aditivos de sabor e soja. Isso serve, industrialmente, para melhorar o sabor (óbvio), fazer o produto render e conservá-lo por um período muito maior. Todavia, isso faz com que o teor protéico de alto valor biológico tenda a diminuir (com a adição de proteínas de baixo valor biológico). E, você não gostaria de, muitas vezes pagar mais, por um produto inferior, não é mesmo?

Conclusão:

Alimentos embutidos não são boas opções para o consumo diário e indiscriminado. Excluí-los da dieta, para quem gosta, pode também não ser uma alternativa muito vantajosa, mas, devemos lembrar que consumir com moderação e consciência é sempre uma boa escolha.

Artigo escrito por Marcelo Sendon

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/dica-rapida-modere-com-os-embutidos/

É mais do que claro que o corpo necessita de diferentes nutrientes para estabelecer um certo equilíbrio em suas funções e, claro, em qualquer tipo de desenvolvimento que fizer, inclusive o muscular.

Entenda o porque da importância de obter diversos nutrientes para o corpo e saiba como isso pode ajudar em seus ganhos.

E para isso, necessita de macro e micro-nutrientes. A primeira classe, diz respeito aos carboidratos, aos lipídios e as proteínas. Moléculas geralmente grandes que fornecem o “básico” para o corpo, ou seja, matéria prima energética e construtora. Esses, são utilizados em quantidades grandes em nosso organismo. Já os micro-nutrientes, são nutrientes que são usados em pequenas quantidades e estão relacionados com co-fatores de desenvolvimento. Nessa classe, estão incluídos os sais minerais e as vitaminas.

Uma dieta, mesmo que balanceada, geralmente não peca nos valores de macro-nutrientes, pois estes, são facilmente encontrados na maioria dos alimentos e, então, basta colocá-los na proporção correta. Porém, os micro-nutrientes seguem especificidades muito maiores e, não estão associados a todos os alimentos. Aliás, até estão, de certa forma, mas não em todos seus sub-grupos. Por exemplo:

Se necessitarmos de uma fonte de carboidratos, temos disponível inúmeras fontes como cereais, tubérculos, pães, grãos etc. Mas e se a necessidade for, por exemplo, de vitamina C? Será que encontraríamos Vitamina C no leite ou no arroz, por exemplo? Provavelmente não. Então, teríamos de buscar em outras fontes, como por exemplo laranjas, limões, acerola, tomate etc. Todavia, apesar do tomate ser rico em vitamina C (um micro-nutriente) ele não é tão rico em vitaminas do complexo B, quando comparado a batata doce, por exemplo. Logo, apesar de ter um sub-grupo de micro-nutrientes, ele envolve maior especificidade.

Entendendo isso, fica muito mais fácil compreender porque uma dieta deve ser variada não somente nos alimentos optativos, mas nos básicos também. É prudente variar entre feijão, lentilha, grão-de-bico da mesma maneira em que é importante variar a cenoura, do tomate, da couve-flor e assim por diante.
Uma dieta que não segue um padrão único e abrange a maior quantidade de alimentos diferenciados tende a fornecer ao corpo nutrientes essenciais para um bom desenvolvimento e, claro, manutenção de suas funções. Lembre-se que todo tipo de nutriente é importante para o corpo e cada um dele exerce um papel diferente e importante dentro de um quadro metabólico.

Variar a dieta é não só ser prudente quando aos ganhos, mas quanto a saúde também.

Bons treinos!

Artigo escrito por Marcelo Sendon

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/varie-a-alimentacao-e-ganhe-musculos/

A pirâmide alimentar é uma ferramenta utilizada por nutricionistas para não somente basear muito do que é proposto em uma dieta, mas também, como forma explicativa e educativa do quanto e como comer e, a forma com que isso deve ser distribuído, claro, respeitando as necessidades individuais.
Conheça já se a pirâmide alimentar que é usada por nutricionistas no Brasil, é funcional ou não para atletas de fisiculturismo!
Além disso, a pirâmide alimentar, confere especificidade ao tipo de população na qual a mesma é inserida. Assim, algumas pirâmides alimentares podem apresentar variações em sua composição e, adaptações.
Por exemplo, a pirâmide utilizada no Brasil (Adaptada em 2003 pela ANVISA) é adaptada para a população que aqui vive. Comparada com algumas fontes de pirâmides utilizadas na França (ou, pelo menos, propostas), ela não inclui altos teores de gorduras (apesar de que isso está sendo revisto), não possui recomendação de vinho e outros fatores.
Já comparada com a atual “My Pyramid”, proposta no EUA (USDA) em 2005, possui menores quantidades de cálcio e outras distribuições nos grupos alimentares, como a ausência da batata no grupo dos “vegetais” e presença da mesma no grupo dos “cereais”.
Mas, será que a pirâmide alimentar funciona para atletas? A resposta é simples: NÃO! A pirâmide alimentar não abrange especificidades para todas as modalidades e menos ainda leva em consideração as diferenças individuais e biológicas do atleta. Por isso, é necessário outro tipo de metodologia para nutrir o atleta com qualidade, respeitando esses fatores já citados.
Todavia, a pirâmide alimentar serve sim e é uma ótima base para esportistas ou praticantes de atividades físicas, cujo intuito não é competitivo. E ela é uma ótima maneira de não se perder, na hora de comer com qualidade e respeitando as proporções.
Baseando-se na pirâmide brasileira (2003), podemos então propor uma dieta que seguiria padrões tais como:
Ref 1:
• 1 porção de leite/derivados
• 1 porção de açúcares
• 2 porções de cereais
• 1 porções de frutas
Ref 2:
• 1 porção de cereais
• 1 porção de gorduras
• 1 porção de leite e derivados
Ref 3:
• 2 porções de cereais
• 1 porção de leguminosas
• 1 poção de gorduras
• 1 porção e meia de carnes e derivados
• 2 porções de frutas
Ref 4:
• 2 porções de cereais
• 1 porção de leite e derivados
Ref 5:
• 1 porção de açúcares
• 1 porção de leite e derivados
• 1 porção de frutas
Ref 6:
• 1 porção e meia de cereais
• 1 porção e meia de carnes e derivados
• 1 porção de leguminosas
• 2 porções de vegetais
• 2 porções de frutas
Ref 7:
• 1 porção de leites e derivados
• 1 porção de gorduras
• 1 porção de cereais
Artigo escrito por Marcelo Sendon

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/entenda-uma-piramide-alimentar-para-atletas/